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Franciele Bergamo Psicóloga e Neuropsicóloga Agendar conversa
Jundiaí, São Paulo

Avaliação neuropsicológica de TDAH e autismo em adolescentes e adultos.

Anos convivendo com a suspeita, com um rótulo que nunca coube ou com a sensação de que algo não fecha. O processo de avaliação existe para transformar essa dúvida em uma resposta clara, conduzida com método e sem pressa.

  • Registro CRP 06/195950
  • Abordagem TCC
  • Atendimento Adolescentes e adultos
Franciele Bergamo, psicóloga e neuropsicóloga, sentada em seu consultório em Jundiaí.
Franciele Bergamo Psicóloga e Neuropsicóloga
CRP 06/195950
Por onde costuma começar

Talvez você já tenha ouvido que era só falta de esforço.

Boa parte das pessoas que chegam para uma avaliação já passou anos se explicando. Algumas frases se repetem tanto que viram identidade. Veja se alguma delas soa familiar.

  • Você começa muita coisa com entusiasmo e termina pouca, e há anos chama isso de falta de disciplina.

  • Prazos, contas e compromissos exigem de você um esforço que parece não exigir dos outros.

  • Lugares com muita gente, muito barulho ou muita luz esgotam você de um jeito difícil de explicar para quem não sente o mesmo.

  • Desde cedo você aprendeu a observar os outros e imitar o jeito certo de agir. Funciona, e cansa.

  • Você já recebeu explicações diferentes ao longo da vida, e nenhuma delas deu conta do que você sente por inteiro.

  • Para quem acompanha um adolescente Ele mudou de rendimento, a convivência em casa ficou tensa e a escola pediu um laudo, com prazo.

Atendimento

Duas frentes de trabalho, conduzidas pela mesma profissional.

Avaliação neuropsicológica

Um processo estruturado para investigar atenção, memória, funções executivas, linguagem e comportamento social, com instrumentos padronizados e reconhecidos. É o caminho indicado para quem suspeita de TDAH ou de autismo e precisa de uma resposta fundamentada, não de um palpite.

Ao final, você recebe um laudo escrito com as conclusões e as recomendações práticas que decorrem delas. O foco do trabalho é adolescente e adulto, público que costuma chegar tarde à investigação justamente por ter aprendido a compensar.

  • TDAH
  • Autismo
  • Adolescentes
  • Adultos
  • Laudo com recomendações

Psicoterapia em TCC

Atendimento individual em Terapia Cognitivo-Comportamental, uma abordagem estruturada, com objetivos combinados e trabalho ativo entre as sessões. A proposta não é ouvir em silêncio e concordar. É examinar junto o que você pensa, testar o que sustenta essas ideias e construir alternativas que funcionem na sua vida real.

Para quem passou por uma avaliação, a terapia dá continuidade ao que o laudo apontou. Para quem chega direto, ela é um trabalho completo por si só.

  • Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Atendimento individual
  • Adolescentes
  • Adultos
Como funciona

O caminho da avaliação, explicado antes de você começar.

Saber o que vem pela frente reduz boa parte da ansiedade de quem procura uma avaliação. Este é o desenho do processo, do primeiro encontro até a entrega do documento.

  1. Entrevista inicial

    O primeiro encontro é dedicado a entender a queixa e a história por trás dela: desenvolvimento, vida escolar, trabalho, relações, o que já foi tentado antes. Quando faz sentido, também é ouvido alguém próximo, porque a memória de quem convive acrescenta o que nem sempre aparece no relato de quem vive.

  2. Sessões de testagem

    A investigação é feita com instrumentos padronizados, escolhidos conforme a idade e a hipótese que está sendo examinada. São aplicados em mais de um encontro, respeitando o cansaço e o ritmo de cada pessoa, porque teste aplicado às pressas mede o cansaço, não o funcionamento.

  3. Correção, análise e integração

    Esta é a etapa que acontece fora da sua presença e sustenta todo o resultado. Os instrumentos são corrigidos, os dados são cruzados com a história de vida e com as informações trazidas por escola, trabalho ou outros profissionais, até que o conjunto faça sentido como um todo coerente.

  4. Devolutiva e laudo

    A conclusão é apresentada em uma conversa, em linguagem que você entenda, com espaço para perguntar. Em seguida vem o laudo por escrito, com as conclusões e as recomendações práticas: o que isso significa no dia a dia, e quais são os próximos passos indicados.

Sobre

Quem conduz o processo

Meu trabalho não é te entregar uma resposta pronta. É fazer as perguntas que ainda não te fizeram.

Franciele Bergamo, psicóloga e neuropsicóloga

Sou Franciele Bergamo, psicóloga e neuropsicóloga. Atendo adolescentes e adultos em Jundiaí, entre a avaliação neuropsicológica e a psicoterapia em Terapia Cognitivo-Comportamental.

Escolhi TDAH e autismo por convicção. São condições cercadas de mito, das quais muita gente só ouve falar de forma caricata, e que seguem passando despercebidas na vida adulta porque a pessoa aprendeu cedo demais a compensar. Dar nome a isso muda a relação de alguém com a própria história.

A condução é direta. Devolvo pergunta, aponto o que não fecha e prefiro a conversa difícil à conversa confortável. Não é o caminho mais macio, e é o que sustenta um processo sério.

  • Psicóloga registrada no Conselho Regional de Psicologia, CRP 06/195950
  • Especialização em Neuropsicologia
  • Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Atendimento em Jundiaí, São Paulo
Por que aqui

O que muda quando o processo é conduzido assim.

  1. Quem avalia também trata

    A maioria dos processos termina no laudo, e a pessoa sai com um documento na mão e a tarefa de encontrar outro profissional para começar do zero. Aqui a avaliação e a psicoterapia são conduzidas pela mesma pessoa. O que foi identificado na investigação não precisa ser explicado de novo.

  2. Um recorte, não um cardápio

    TDAH e autismo em adolescentes e adultos. É um público que costuma ser mal atendido justamente porque a maior parte da atenção clínica se volta para a infância, e quem chega adulto ouve com frequência que já teria sido descoberto antes se fosse o caso.

  3. Rigor que você percebe na primeira sessão

    Nem sempre é o mais confortável, e é exatamente essa a proposta. Uma pergunta bem feita faz mais do que uma concordância gentil, e o que muda a vida de alguém raramente é o que soa agradável de ouvir.

  4. Nada começa sem você entender o combinado

    Etapas, quantidade de encontros, prazo do laudo e o que o documento cobre são apresentados antes de qualquer teste ser aplicado. Você decide com a informação completa na mão, não no meio do caminho.

Primeiro contato

A conversa inicial serve para saber se faz sentido seguir.

Você conta o que está acontecendo, eu explico o que a avaliação investiga e o que ela não investiga, e juntos definimos se este é o caminho indicado para o seu caso. Não há compromisso nessa etapa.

Dúvidas frequentes

Perguntas que chegam com frequência

Pode, e acontece com frequência. As duas condições são de desenvolvimento, ou seja, estão presentes desde cedo, mas muita gente passa a infância inteira sem ser identificada porque encontrou formas de compensar, porque o desempenho escolar segurou a suspeita ou porque as manifestações não eram as mais conhecidas. A investigação no adulto examina justamente a história toda, não só o momento presente.

São trabalhos diferentes e que frequentemente se complementam. A avaliação neuropsicológica é conduzida por psicólogo e investiga o funcionamento cognitivo e comportamental com instrumentos padronizados, ao longo de várias sessões, produzindo um laudo detalhado. A consulta psiquiátrica é médica e é ela que pode prescrever medicação. Muitos pacientes fazem os dois caminhos, e o laudo costuma ser um documento útil para o médico.

Não é obrigatório. Você pode procurar a avaliação por conta própria, a partir de uma suspeita sua. Quando existe encaminhamento de um médico, da escola, da faculdade ou do trabalho, vale trazer o documento no primeiro encontro, porque ele ajuda a direcionar a investigação.

O laudo reúne as conclusões da investigação e as recomendações que decorrem delas. Costuma ser usado para orientar o acompanhamento com outros profissionais, para embasar a conversa sobre tratamento e para solicitar adaptações no ambiente escolar, acadêmico ou de trabalho. O que cabe em cada situação é explicado na devolutiva, porque depende do que a avaliação de fato encontrou.

Varia conforme a idade, a demanda e os instrumentos indicados para cada caso, então não existe um prazo único que sirva para todo mundo. O que é garantido é que a quantidade de encontros e o prazo de entrega do laudo são definidos na entrevista inicial e combinados com você antes de a testagem começar.

São serviços distintos, contratados separadamente. A vantagem é que os dois são conduzidos aqui: se a devolutiva indicar acompanhamento psicoterápico, é possível seguir com a psicoterapia em TCC sem recomeçar a história com outro profissional.

O atendimento é voltado a adolescentes e adultos. É uma escolha de foco: concentrar a prática nesse público permite manter a profundidade que a avaliação de TDAH e autismo nessas faixas exige. Para casos de público infantil, o melhor caminho é procurar quem trabalha especificamente com crianças.

Pelo WhatsApp ou pelo formulário desta página. Conte em poucas linhas o que está acontecendo e o que você procura. A partir daí combinamos o primeiro encontro e esclarecemos as condições de atendimento, incluindo os honorários, que são informados diretamente nesse contato.

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